Patricktor4 apresenta Belém à Buenos Aires e vice-versa

capa do Caderno Você em Belém. (matéria por Lorenna Montenegro)

No Ultimo dia 30 de setembro o Dj e produtor do Baile Tropical Patricktor4 foi destaque na imprensa de ambos os países, ele estampou sua cara e suas idéias sobre duas importantes metrópoles latinas no mesmo dia em que jogavam Brasil e Argentina.
Nos principais periódicos das duas Capitais o DJ estava dando sua visão sobre a Outra cidade, sua cultura sua produção musical e sua gente.
Em Belém no caderno de Cultura do Diário do Pará ele fala sobre uma Buenos Aires boêmia, cativante e bucólica e  no La Nacion de Buenos Aires falando de Belém polo cultural amazônico, detentor das grandes novidades do Brasil, e com grande vocação pra vanguarda. Mas como um bom cidadão do mundo aconteceu outra vez o erro de sua origem o “Baiano” Patrick em uma matéria é apresentado como paraense e na outra como sergipano, “é bom ter origens mescladas”.
vejam as matérias aki e nos links

La revolución de Belén

Alos polos culturales que representan Río de Janeiro y San Pablo les salió una competencia inesperada: Belén, en el estado de Pará, la ciudad que surge del encuentro del río Amazonas con el mar y en la que cada mediodía diluvia durante cinco minutos. Como ocurrió hace ya veinte años con la escena mangue beat de Pernambuco (de la que surgieron Chico Science y Cordel do Fogo Encantado), hoy nuevamente una expresión musical le otorga protagonismo a un estado del interior del país. Es el caso de la explosiva “tecnobrega”, cuyo sistema de producción y distribución ya ha sido objeto de análisis en los documentales Good Copy, Bad Copy , de Andreas Johnsen, Ralf Christensen y Henrik Moltke, y Brega S. A., de Vladimir Cunha y Gustavo Godinho.

La nacion – http://www.lanacion.com.ar/1410178-la-revolcuion-de-belen

 
Diário do Pará – http://www.diarioonline.com.br/noticia-168511-do-tango-ao-carimbo-do-alfajor-ao-acai.html

O DJ, radialista e produtor Patrick Torquato, 32, aponta a música feita na Argentina como algo a ser descoberto. “Atualmente, deve-se ouvir a nova cumbia eletrônica feita por DJs e produtores, que dá um ar moderno à cumbia tradicional. Tem bandas e artistas que misturam a tradição do tango a outro elementos, o que é uma das coisas mais interessantes por lá, fora isso eles têm uns 40 Roberto Carlos e bandas jovens que fazem o mesmo rock farofa com as paupérrimas influências de Stones e The Who”, resume.

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