Archive for the ‘música quente’ Category

ESTRELA NEGRA COMPLETA 1 ANO

FESTA GRATUITA NAS GRAÇAS TRAZ DJS ESTRANGEIROS PARA SEU ANIVERSÁRIO

IMG_9701 (1)
É chegada a hora de comemorar 1 ano da Estrela Negra, festa que vem ajudando a movimentar a cultura da noite recifense trazendo toda semana ao bar A Caverna uma discotecagem de música negra. Para celebrar, os DJs residentes Nego Freeza, Patricktor4 e Rafoso Seletor vão trazer dois convidados especiais: o ganês, radicado em Salvador, DJ Sankofa, trazendo em seu set Afrobeat, High Life, Hiplife, Soukus, Juju e outras vertentes da música africana contemporânea; Já o DJ inglês Mango Park, vai apresentar uma seleção que passeia por gêneros como Grime, UK Funky e Tropical Bass.

mac1
Excepcionalmente, a Estrela Negra deste sábado vai começar às 20h e vai até as 03h, garantindo uma promoção especial de chopp artesanal para quem chegar cedo (até 23h) , e promete formar uma pista de dança mais quente que o Saara.
A Estrela Negra que está presente na bandeira de Gana, que veio a influenciar também a de Guiné Bissau, foram inspiradas numa linha de embarcações, chamada Black Star Line, que transportavam tanto mercadorias como afrodescendentes no movimento que ficou conhecido como “Volta à África”. De propriedade do jamaicano e pan-africanista Marcus Garvey, que depois veio a ser considerado um messias dentro do movimento Rastafári, a Estrela Negra é emblemática para ilustrar a ligação de África e suas diásporas, cultural, política e esteticamente.

Captura de Tela 2018-06-13 às 11.57.50 AM

A festa, que vem acontecendo todos os sábados no bar “A Caverna”, tem entrada gratuita e além de convidados brasileiros e estrangeiros, vem marcando a noite recifense oferecendo diversão com um repertório selecionado com muito zelo, a seis mãos, escolhidos pelos DJs Nêgo Freeza, Patricktor4 e Rafoso Seletor.

 

Serviço:

ESTRELA NEGRA, aniversário de 1 ano.

DJs Nêgo Freeza, Patricktor4 e Rafoso Seletor convidam

DJ SANKOFA (Gana) e DJ MANGO PARK (Inglaterra)

sábado das 20h até as 3h

A Caverna, Rua Fernando Lopes, 76 (Graças)

Entrada Gratuita

 

 

Anúncios

Baile Tropical na #Copa2014 apresenta CHILE

Para a Copa do Mundo 2014 no Brasil, o Baile Tropical traz indicações de sons interessantes de artistas dos países que estão jogando por aqui este mundial. começamos com os CHILENOS.

representando o Chile conheça o CHICO TRIJULLO, um grupo de músicos do POP chileno se juntaram para montar uma super banda que toca temas tradicionais desde cumbia ao merengue.

outro som interessante é do pessoal do ZONORA POINT, 2 produtores que tambem fazem as vezes de DJ e MC, mesclam as sonoridades latinas da cumbia e chicha com beats de hiphop e equalizações graves de Dub.

Djs do Baile Tropical #44

Patricktor4, Dj e Radilaista idealizador do Baile Tropical

Patricktor4, Dj e Radialista idealizador do Baile Tropical

Escute no set do DJ Patricktor4 uma das principais tendências do Tropical Bass, o Moombahton

Mauro Quindici aka DJ Gringo (ITA)

Mauro Quindici aka DJ Gringo (ITA)

Passeando por várias fronteiras é a característica principal do set do DJ Gringo.

Primavera Tropical

No mês de Setembro o Baile Tropical começa a aquecer os tamborins para o verão, com uma Primavera Tropical cheia de novidades.

a partir da próxima sexta o TROPICAL LOUNGE agita o happy hour da Creperia Rouge com o beats e sabores do mundo a partir das 19h com dj set do PATRICKTOR4 e todo o balanço e suingue da música tropical.

 

No Domingo 9 de setembro rola um final de tarde a partir das 16h em Olinda no Fabrica Bar com o projeto SOL+ (SOUND SYSTEM+ DOMINGO + OLINDA + FIM DE TARDE) com todo o clima de praia e a seleção musical do DJ PATRICKTOR4

SOL+ SOUND SYSTEM + OLINDA + DOMINGO + FIM DE TARDE

Pré-axés e Pós-axés na Bahia

I...lê aiê sua beleza se transforma em você ( caetano veloso)

Acontece muito de estar no papo com alguém e encaixar uma letra de canção para ilustrar seu ponto de vista? Usa alguma letra para se fortalecer, se acalmar? Isso é um dom, saiba. E algumas pessoas usam esse talento na profissão, no dia a dia, nas relações consigo mesmo e com o mundo.
As músicas dos blocos afros me acompanham diariamente. Querem me derrubar? Vou de “escorrega levanta, mas nunca está sozinho” (Ilê Aiyê) ou “extirpar o mal que nos rodeia e se defender… a arma é musical” (Olodum). Mexem com minha auto-estima? Lembro que sou uma “majestosa negra, soberana da sociedade”, como a Rainha Ranavalona ou uma “negra poderosa do Ilê”. Se estou alegre cantarolo o ABC do negão com minha filha de 5 anos, ela adora. Se estou triste, me animo com samba-reggae.

avisa lá avisa lá avisa lá!!

Hoje vou compartilhar uma alegria que ativou essa memória musical num lugar completamente inesperado.
Numa sexta-feira, eu aqui em Brasília, depois de muito trabalhar, fui dançar numa festa chamada Baile Tropical que estreava na capital. A pista me recebeu com… Ilê Aiyê, Olodum, Araketu, Malê Debalê! E tocando junto, cumbias, afrobeats e outras sonoridades árabes e ciganas. Tudo com tratamento eletrônico, ritmo marcado, aquele ambiente modernex e nas pick-ups as músicas que lembro quase todos os dias.
Fiquei curiosa para saber: que DJ é esse? De onde ele veio? Como teve a idéia de tratar música de Bloco Afro? Vamos ao papo com Patrick Torquato, Dj e Radialista baiano, colaborador da ARPUB – Associação das Rádios Públicas do Brasil e DJ do Baile Tropical. Quando fechei esse texto o Baile Tropical estava com apresentações marcadas na Espanha, França, Eslováquia, Áustria… (confere: no post Anterior)

Dj Patricktor4 no Festival Recbeat em Recife/2011

1) Qual seu primeiro contato com a música dos blocos afros? Você lembra?

Patrick – Sou baiano, de Paulo Afonso, e comecei a ouvir bem menino. Na fase “Força e Pudor, Liberdade ao povo do Pelô, mãe que é mãe no parto sente dor… e lá vou eu”…

2) E depois dessa absorção involuntária, essa entrada quase por osmose, como Você contato com essa música de novo?
Patrick – Eu sou nascido em Paulo Afonso e passei toda a minha vida rodando pelo nordeste. Alagoas, Sergipe, Paraíba, Pernambuco. Cresci absorvendo e sendo envolvido por tudo que era produto da indústria do Axé. Neste período inicial do final dos anos 80 a música ainda pairava como uma suave evolução pop da musica tradicional com forte influência do Afrobeat e Afropop, da Nigéria, África So Sul e do zouk Afro latino que, inclusive foi base para a lambada.

Muita influência!
Patrick – Até meados dos anos 90, acho que até o segundo disco da Timbalada, era uma energia pop, tradicional e com ousadia estética. Mas, a indústria segmentou numa monocultura absolutamente nociva a música oriunda de Salvador, empacotando tudo como um só som, o Axé, na pior descrição do termo, com todas as sutilezas e detalhes preconceituosos. Isso distorceu todo o valor e respeito que essa musica tinha pra mim e pra toda uma geração que hoje tem por volta de 30 a 35 anos.

3)E o que você vê no cenário atual?
Patrick: Agora, timidamente, começa a aparecer uma cena pós axé.

4)Numa abordagem bem pessoal, o que leva Você, Patrick, Dj do Baile Tropical, a nos oferecer o samba-reggae no seu set-list?
Patrick – Não posso e não devo repetir preconceitos, o samba reggae é uma música tropical, é o novo tropicalismo, junto com várias outras tendências. Da mesma forma que a Semana de 22 para as artes plásticas, o Tropicalismo e o Mangue Beat se fizeram valer do que é de fora, misturaram com o que é nosso e devolveram para o mundo algo novo, pop, moderno com o sotaque local e dialogando com o mundo. Enxergar essas relações, assim como ver que o tecnobrega, o rock e o arrocha são “primos”,todos vindos do bolero é enxergar o mundo sem cores e sem fronteiras e nos deixar livres pra sentir o próprio mundo.

Robertinho Barreto, sua Guitarra baiana e a nova cara da Música da Bahia

5) Como as pessoas reagem a isso pelas pistas? Ao Ilê Aiyê, Male Debalê, Olodum? Você toca no Brasil inteiro e agora está em turnê na Europa. Como acontece?

Patrick – Normalmente! O Baile Tropical é um evento que estruturalmente funciona como um ambiente-laboratório permissivo ao novo e às misturas.Fica super-estranho hoje quando você vai numa festa, numa noite “Pop comercial padrão” e alguém toca a Cindy Lauper, né? Ou tocar Gerônimo, por exemplo. Mas, se for uma festa pop anos 80, a Cindy Lauper está perfeita dentro. E se for uma festa de axé roots 80 o Gerônimo também. O Baile Tropical é isso, meu ambiente para misturar tudo que é quente e tropical, dançante, “fuleiro”, novo e velho, brasileiros de norte a sul, latino e africano então cabe tudo.

6) E a receptividade de quem não tem nossa memória musical é sempre boa?
Patrick – Claro que aí entra a sensibilidade do DJ. Certas coisas cabem mais, algumas nem tanto, e aí é saber construir a pista, conseguir ativar o público é um prazer coletivo. Tem de saber fazer isso, usar as expectativas, brincar com elas e ser malvado também (risos).

7)Você já fez o Baile Tropical na Bahia?
Patrick – Ainda não. Quero fazer em breve. Sempre quis mostrar que é possível ser de Salvador sem ter vergonha, ser negro sem ser enlatado aos moldes do que a indústria do turismo diz que tem de ser. Ser tropical é mais que ser baiano, nordestino, nortista, paraense, pernambucano, brasileiro, latino e ou africano e é tudo isso junto. Eu me considero mestiço, mas teria muito orgulho de ser negro.

8)Tem um amostra do som do Baile Tropical para o público do Tambores da Liberdade?
Patrick – Tenho, aqui tem música do meu EP, que precede o CD e é totalmente influenciada por essa fase de 85: http://official.fm/tracks/210183. Aqui também: http://www.4shared.com/file/yVughMxA/Patricktor4_-_Batida_Tropical_.html.

É isso, Meu Povo. Até a próxima! Daniela Luciana, jornalista. Assessorou o Bloco Afro Ilê Aiyê, o Fórum de Entidades Negras da Bahia, os Deputados Federais Luiz Alberto e Domingos Dutra. Servidora do Ministério das Cidades e, atualmente, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

esta entrevista foi publicada originalmente em http://migre.me/4q5Hg

Baile Tropical #7 dia 4.9 no Café c/ Arte


Estamos adorando Belém!

A música quente que vem dos trópicos começa a transbordar por todas as partes do mundo, e o Baile Tropical chega à sua sétima edição voltando pra casa depois de ter passeado por alguns lugares. Brasília, Uberlândia, Fortaleza e Belo Horizonte foram as primeiras cidades a conhecer o calor que emana dos corpos na pista desta que já é reconhecida como uma das mais gostosas novidades do cenário musical brasileiro.

O Baile Tropical #7 acontece neste próximo sábado dia 04 de setembro no Café com Arte, o pub que fica na Ruy Barbosa com Braz de Aguiar recebe em seus 3 ambientes os djs residentes Patricktor4 e Bernardo Pinheiro, os convidados Marcel e Damaso do Serasgum (tocando rock, ska, punk e pipiragens diversas) e duas atrações especiais, a grande revelação da música paraense Felipe Cordeiro, dono de uma sonoridade rica de referências que vão da lambada ao pop-retrô, flertando com o tecnobrega que ele denomina de Kitsch-pop-cult e um djset arrasador de um dos Ícones do pop brasileiro dos anos 90; e André Abujamra (tocando beats árabes, latinos, ciganos e surpresas). Líder da controversa banda paulistana Karnak, Abujamra vem a Belém produzir o primeiro disco do Felipe Cordeiro e esta parceria promete.

Felipe Cordeiro

Felipe Cordeiro=Lambada+pop retrô+tecnobrega


O calor da música tropical ainda chega a outros cantos do pais no mês de setembro, com um repertório cheio de kuduro angolano, cúmbia digital porteña, funk carioca, tecnobrega paraense e outras fuleragens pelas mãos do Dj Patricktor4. Recife no dia 23 e Aracaju dia 25 são as próximas paradas desta invasão cultural superdivertida e dançante. Em outubro a Argentina é o primeiro país a receber oficialmente um Baile Tropical no club Niceto no dia 02, oficialmente porque a Alemanha já foi vítima das batidas tropicais no festival Juicy Beats. Tor4 ainda leva a sonoridade quente da festa pra o lançamento do CD da banda carioca DoAmor, dia 10 no Teatro Rival no Rio, e dia 11 no show ao lado do pernambucano Otto no Lapa Multishow em Belo horizonte.

BAILE TROPICAL #7
Café com Arte 04.9
Show
Felipe Cordeiro
Djset
André Abujamra/SP
Patricktor4, Bernardo Pinheiro, Marcel e Damaso
até 00h R$10 com nome na lista (tropicalbaile@gmail.com)

Baile Tropical leva tecnobrega da Amazônia para o mundo

Depois de mostrar a que veio, com muita música quente para mexer com o corpo e com a mente, mostrando os ritmos que saem da periferia direto para as pistas de dança, o projeto Baile Tropical agora entra em uma nova fase, conquistando outros espaços no Brasil e no mundo. A festa que nasceu no Pará já passou por Uberlândia (Espaço Goma), Brasília (na Festa Criolina) e, mais recentemente, Fortaleza, onde se apresentou na Farra na Casa Alheia no último dia 23 de julho. De lá o Baile Tropical embarcou diretamente para a Alemanha com o idealizador e DJ residente Patrick Tor4, que se apresenta no próximo sábado, 31, no Juicy Beats, um dos maiores festivais música do verão alemão.

Baile Tropical em Brasília por Patricktor4

No Juicy Beats, Patrick Tor4 discoteca na tenda Tropical Clash com dois dos principais DJs da tendência tropical pelo mundo –  o Uproot Andy, dos Estados Unidos, e Toy Selectah, do México – e ainda outro brasileiro, Lúcio K. Para este set, Tor4, baiano que reside há dois anos em Belém, preparou um repertório que tem os ritmos paraenses como protagonistas.
No site do festival ele é identificado como o DJ brasileiro que vai “apresentar o tecnobrega, o novo ritmo underground da América do Sul” (www.juicybeats.net/de/live/programm/stages/global-player-tropical-clash.html).

Além do festival, Patrick Tor4 aproveita a viagem para conversar com produtores, representantes de selos e gravadoras para em breve lançar a coletânea Baile Tropical na Europa, com o objetivo de lançar produtores e DJs paraenses de tecnobrega, melody e tecnomelody para o mundo, chegando ainda mais próximo de novos fãs e mercados.

Patricktor4 em ação BaileTropical#3 em Uberlandia @ Goma por Deangelis

E os projetos não param por aí. Na volta, Patrick Tor4 e o Baile Tropical desembarcam dia 6 de agosto em São Paulo, como atração da festa Explode no Neu Club, um dos principais clubes alternativos da capital paulista na atualidade; e no dia 7 fazem uma participação pra lá de especial no aniversário da diva do tecnobrega Gaby Amarantos, na Aldeia Cabana, ao lado das principais aparelhagens e bandas de Belém. No mesmo dia 7 o Baile Tropical acontece simultaneamente em outro destino, Belo Horizonte, com os DJs Presi (Brasília) e Yuga (BH), n´A Obra. Ainda em agosto, já está confirmado o retorno da festa para Fortaleza, onde fará parte da programação da Feira da Música de Fortaleza.

Baile Tropical #5 em BH com os DJs Presi (bailetropical/DF) e DJ Yuga (black Brother/MG) na Obra entrada R$15 e R$18
Baile Tropical #6 em Belém 13.8 com DJs Patricktor4 e Bernardo Pinheiro e Atração à confirmar
Baile Tropical #7 em Fortaleza 19.8 programação “OFF Feira da Música de Fortaleza, no Amicis (Dragão do Mar)

%d blogueiros gostam disto: